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Pedir Apoio Social – comunidade de inserção

Essa podia ser a narrativa de Paula. Antes de fazer as malas para encontrar um rumo profissional neste lado do Oriente, onde se iria reencontrar com o pai, Paula formou-se em técnica de radiologia. Surgiu a possibilidade de trabalhar no território. A descoberta da gravidez deu-se numa daquelas viagens a Portugal, em que aproveitou para ir a uma consulta de rotina. De regresso a Macau, foi altura de revelar ao progenitor. Mas, sendo portuguesa, o contexto é outro. Depois, deixamos completamente de ter tempo para nós. No entanto, tudo isso é compensado a cada regresso a casa. Só o facto de chegar a casa, cansada, mas ver a alegria da minha filha quando chego… é óptimo!

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Aos 39, estava sozinha e sem vontade de continuar à espera de um companheiro com quem pudesse dividir o projeto de uma família. Segundo o IVI Instituto Valenciano de Infertilidade , nos cinco anos anteriores, portuguesas solteiras ou em casais homossexuais deslocaram-se ao país vizinho para engravidar. Mas meti na cabeça que até aos 40 teria uma criança nos braços». Um linfoma aos 37 veio colocar a vida em perspetiva. Aos 38, estava na menopausa e os planos de uma família eram substituídos pela urgência do momento. Era um menino.

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A cena é bonita e carregada de sentimentos e boas intenções. Isso ninguém discute. Café na cama, só se for a xícara do dia passado no móvel ao lado. No quarto, o silêncio, ou talvez o lacrimação do berço, que mostra que é novamente hora de acordar. Existem diferentes aspectos que podem ajudar a caraterizar essa experiência.

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